O Queens of the Stone Age, tocou ontem em uma rádio belga duas músicas novas que farão parte do novo disco …Like Clockwork que será lançado dia 04 de junho.
Ouça a versão ao vivo das músicas “I Sat By The Ocean” e “If I Had A Tail”.
Ontem a noite o Phoenix parou no Jimmy Kimmel Live, para promover o novo disco Bankrupt!, e tocou o single “Entertainment” ao vivo.
O Daft Punk lançou oficialmente o single do seu novo álbum, “Get Lucky”, o disco está previsto para o dia 21 de maio.
Depois de uma pausa de 35 anos, o Black Sabbath lançou sua primeira nova música “God is Dead?”, que fará parte do álbum “13“, prometido para meados de junho.
Cinco novos acontecimentos da música brasileira, com as bandas Hellhound Syndicate, Sexy Fi, Projeto Caixa Preta, Rawfire e Gattopardo.
Novo Clipe Hellhound Syndicate
Novo clipe da banda paulista de stoner Hellhound Syndicate, com a música “Honor and Pride”, tirada do recém-lançado ep DOOSMDAY, pedrada que você pode baixar direto do site dos caras (hellhoundsyndicate.com).
Versão Nacional do álbum “Nunca te vi de Boa” do Sexy Fi
Depois de ser muito elogiado fora do Brasil, o disco “Nunca te Vi de Boa” da banda de Brasília Sexy Fi ganha sua versão nacional.
O material já está rolando na cidade da banda, e quem quiser botar a mão no disco só aguardar os shows que começam no mês de março em São Paulo, fique ligado ná página da banda para mais infos.
Gravado e mixado por John McEntire (Tortoise, The Sea and Cake), o disco está disponível para audição no Soundcloud:
Projeto Caixa Preta lança 5 novas músicas
A banda Projeto Caixa Preta vem lançando aos poucos o disco “Mundo Cão” gravado no estudio Paulo B em São Paulo, até agora você pode ouvir 5 músicas novas da banda: “Melodia Louca”, “LSDeus”, “Algo Bom”, “Mundo Cão” e “Universo”.
Clipe novo do Rawfire
“For What I’ve Done [I Told You So]” é o nome do novo clipe dos paulista do Rawfire, a música faz parte do ep “Keep In The Garage“, que está completo em streaming ou download no Tramavirtual (tramavirtual.uol.com.br/rawfire).
4 músicas novas do Gattopardo
A banda Gattopardo lançou no dia 27 de fevereiro quatro novas músicas que você pode ouvir via streaming no Bandcamp (gattopardo.bandcamp.com/), as músicas são “Asfixia”, “Motivos Maiores”, “Desencanto” e “Nova Guerra”.
1.The Wrong Company
2.(Half playback)
3.The Likes of You Again
4.Swagger
5.Speed of Darkness
6.Revolution
7.Life in a Tenement Square
8.Whistles the Wind
9.Saints & Sinners
10.Drunken Lullabies
11.Requiem for a Dying Song
12.The Power’s Out
13.The Wanderlust
14.A Prayer for Me in Silence
15.The Times They Are A-Changin’ (Bob Dylan cover)
16.Black Friday Rule
17.Oliver Boy (All of Our Boys)
18.Rebels of the Sacred Heart
19.Devil’s Dance Floor
20.If I Ever Leave This World Alive
21.What’s Left of the Flag
22.Seven Deadly Sins
23.The Worst Day Since Yesterday
24.Salty Dog
25.Float
2012. Um mundo que se transforma veloz e constantemente, e que tem revolucionado todos os costumes do ser humano, respirando tecnologia e inovação.
Tais adventos acabam refletindo nas artes, principalmente na música. Então, como é que em uma completamente cibernética e digitalizada, um quarteto formado com instrumentos ‘arcaicos’, como banjos, bandolins, violão e contra-baixo acústico, consegue ser um dos maiores fenômenos musicais do início desta década?
Após o surpreendente Sight no More (2010), apontado pela crítica especializada como melhor disco do ano e líder absoluto de vendas, os ingleses do Mumford & Sons tinham a difícil missão de lançar um disco em 2012 que correspondesse ao primeiro trabalho.
Para se ter uma ideia do tamanho da expectativa e da responsabilidade deste segundo disco, na sua semana de lançamento, no final de setembro, foram vendidas mais de 760 mil cópias somente nos EUA e Reino Unido.
Mas afinal, eles deram conta do recado com o disco Babel? Vamos ver isso agora.
Primeiro que para ouvir Mumford & Sons, você deve se desfazer de preconceitos, rótulos, comparações e mergulhar no universo particular que envolve o contexto e a musicalidade do grupo.
A sensação de ouvir o álbum do grupo, é a mesma de como se você estivesse assistindo a um filme. Existe um enredo, um cenário, personagens e continuidade, destaque para ordem e sequências das músicas.
O grupo apresenta uma cultura, referências, linguajar, ambientação e narrativa autoral.
A fórmula continua a mesma, coração rasgado, canções que mais parecem verdadeiros hinos e letras cheias de alma.
A estética musical amadureceu, as harmonias ficaram muito mais ricas e a voz de Marcus Mumford está mais desafiadora ainda.
A abertura do disco não poderia ter sido melhor, ‘Babel’ – faixa que batiza o disco – segue um tom triunfal, e vibrante. Ela carrega vida e convida o ouvinte para seguir por uma verdadeira viagem que é apreciar o disco.
Naturalmente, a faixa I’ll wait nasce como single. Tocada desde 2011 pelo conjunto em seus shows, ela é a perfeita identidade e definição do grupo.
Depois de um início explosivo, o grupo caminha por melodias mais introspectivas e detalhistas como em ‘Holland Road’ e ‘Ghosts That We Knew’.
‘Ghosts that we knew’ é tão sensível que soa como uma trégua em meio a tempestade, um abraço, um conforto.
‘Lover of the light’ vem em seguida para ser o tom de despertar e um dos principais brados do novo álbum.
‘Hopeless Wanderer’ se destaca por ser a faixa mais surpreendente do novo trabalho, isso porque ela começa com indícios que vai seguir uma linha característica, mas suas variações de tempo e compasso dão um tom especial.
Enfim, como dito acima é para ser apreciado, não ouvido. Faixa por faixa, ouvir e reouvir. E vale, vale muito.
Nesse final de semana está acontecendo pela primeira vez em São Paulo o WROS fest.
Com o line up bem parecido de festivais que acontecem normalmente fora do Brasil, o WROS trouxe para dois dias de show as bandas Rise Against, Alkaline Trio, Pennywise, Strike Anywhere, Streetlight Manifesto, Anti-flag e A Wilhelm Scream, muitas delas pela primeira vez em terras brasileiras, a ainda conta com a presença das bandas nacionais Dead Fish e Garage Fuzz.
Ontem no primeiro dia do festival que está acontecendo no Espaço das Américas, a organização estava impecável, conseguimos pegar cerveja e ir no banheiro (que estava impressionantemente limpo) sem pegar nenhuma fila, ver e ouvir todas as apresentações sem nenhum incômodo. Completamente diferente dos festivais que andam rolando por aqui ultimamente.